Meu Trekking em Paranapiacabá, São Paulo

Eu sempre fui muito fã de mato e de aventura, então quando minha amiga me chamou pra ir fazer trekking em Paranapiacaba pelo Sesi, eu não pensei muito antes de ir dizendo sim, a dificuldade era de nível fácil, o que é uma ótima pra que nem sabe o que é a atividade , como eu. Explicando, primeiro é feito a separação por grupos, que recebem um mapa, um gps e uma bússola, o objetivo é fazer o trajeto estipulado exatamente no tempo estipulado, então, por exemplo, você tem que ir do ponto A para o ponto B, do ponto B para o C,…, no tempo exato, nem um minuto a mais nem um a menos, enquanto o GPS marca cada ponto, tempo e trajeto

Nossa equipe não podia ser melhor, teve o menino João que fez a alegria do grupo, o Seu Antonio, o experiente e muuuito paciente, Leonel, o único ali que sabia o que tava fazendo, e eu e a Tay, que não fazíamos ideia do que estávamos fazendo e éramos a própria definição sobre seguindo o fluxo. E foi esse grupo que chegou perto de subir no pódio. Sim verdade, o pódio nos escapou nos últimos momentos da trilha, mas pera que eu chego lá. Do começo, assim que saímos da largada fomos conversando pra se conhecer, tirando fotos, selfies e tentar entender como o jogo funciona, o que aconteceu a tempo suficiente pra perceber que estávamos atrasado pra marcar o ponto 2, então eu, azarada que estava com o GPS, tive que sair correndo, uma subida miseraví, para marcar o GPS no ponto certo, dai em diante nos acertamos sobre os deveres do grupo e começamos a ir certinho. Em certo do ponto do caminho  tivemos que fazer um longo caminho por uma estrada de lama e no ápice da conversa reparamos que, assim do nada, Seu Antonio não estava mais conosco, no sentido de ausência ok?! Então saiu todo mundo desesperado procurando por ele, voltando no caminho correndo e ao achamos ele sentado no canto da trilha, ele, no meio de risos, nos avisou que tinha nos avisado, aham, que iria dar uma descansada. Com todo esse vai e volta, nosso tempo pra chegar no ponto estava em cima, então João, o menino jovem e cheio de energia foi unanimemente selecionado e intimado a sair correndo até o ponto com o GPS. Mas você acha que ele levou isso na maldade? Claro que não, na volta do grupo a energia era tanto que ele corria e pulava nas poças de lama só pelo simples fato de que elas existem para ser pisadas, nada como um banho de lama pra lavar a alma né?! Acho digno.

Depois de passar por uns riachinhos e uma queda d’água o trajeto levou a gente de volta pra cidade, e foi nesse momento tenebroso que eu resolvi palpitar sobre o que o mapa queria dizer, escolhi a rua que julgava ser a certa e ai chegamos no arco de chegada, com a galera aplaudindo e uhuuu. Felizes fomos entregar o GPS pra marcar o ponto e PÁ! O única caminho que a gente errou foi o final, uma rua logo na entrada da cidade que a gente pegou errado. AFF! AFFEE! Não lembro quem foi que definiu que eu deveria ter ficado com o mapa nessa hora, mas a culpa é dessa pessoa com toda certeza, gente irresponsável viu!

Mas falando um pouco mais do lado social, acho muito legal essas iniciativas do SESC de organizarem esses eventos aonde incentivam a prática de esporte para todas as pessoas independente da sua idade ou classe social. Elas tornam certos esportes acessíveis além de aumentar o contato das pessoas com a natureza e tals. Além de que a organização do evento havia organizado outras atividades para as pessoas enquanto esperavam, como paredes de escalada, estilingue humano, playground para as crianças e outras atrações para a diversão da galera em geral.


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